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Chocolates: o que você precisa saber antes da próxima mordida

Com a alta dos preços ou não, com ou sem Quaresma, com ou sem glúten e lactose, eis um fato: tanto na época da Páscoa, haja quantidade de chocolate para mais de uma semana na sua casa!

Se tem um alimento cercado de mitos, é o chocolate! Até hoje, há quem acredite que o chocolate seja afrodisíaco e o grande responsável pela oleosidade da pele e pelas temidas espinhas.

É fato que os chocolates ao leite e o branco, os mais conhecidos e requisitados, não são os mais saudáveis, assim como as versões diet deveriam ser consumidas por diabéticos e com moderação.

Por essas e outras, selecionamos sete curiosidades sobre os chocolates que você precisa saber pelo resto da vida. Confira!

Até nas versões diet, o chocolate é calórico, acredita?

Sim, o chocolate é um alimento calórico, inclusive as versões diet! Uma barra de 30g de chocolate de marcas conhecidas contém, em média, 160 calorias. Ao contrário do que pode parecer, não há grandes diferenças calóricas entre os chocolates branco e preto. Amêndoas, castanhas e nozes? Isso significa calorias a mais!

Benefícios do Chocolate

Quantidade de cacau e sua porcentagem, qual é melhor? Eis a questão.

Esse é o ingrediente que torna o chocolate realmente um… chocolate! E a quantidade mínima para que isso aconteça é de 25% de cacau! Como o cacau é dotado de propriedades antioxidantes, sua alta concentração em chocolates amargo e meio amargo podem fazer muito bem!

O Cacau, poder seu bestfriend da saúde e da beleza!

O cacau é uma fruta com propriedades oxidantes. Por isso, minimiza os efeitos dos radicais livres e beneficia muito a nossa saúde, em especial a pele, além de combater a hipertensão, melhorar a função vascular e ser anti-inflamatório. Tais benefícios são potencializados pelos chocolates amargo e meio amargo, uma vez que não contêm leite e outros aditivos nada saudáveis, como açúcar e gordura.

Falando sobre doces, gorduras, açúcar e tudo mais que compromete nossa vida, dê uma lida nesse post sobre Compulsão Por Doces: Mitos e Verdades Que Você Precisa Saber 

Benefícios do Chocolate

Chocolate branco nem deveria ser chamado de chocolate… 😮

De acordo com alguns especialistas, o chocolate branco não deveria nem ser considerado um chocolate, uma vez que é composto por gordura hidrogenada e açúcar e nada de cacau. Triste não é? Mas, não deixa de ser delicioso!

O Chocolate vicia? Infelizmente sim.

Além de pessoas que dizem isso por elas mesmas, um estudo publicado em 2016 pela Universidade de Michigan revela que o chocolate, assim como a batata frita e a pizza, são tão viciantes quanto o álcool e o cigarro!

Suas espinhas tem um culpado…ou não.

Sim, existe uma relação entre o consumo de alimentos com alto índice glicêmico e o surgimento de acnes. Esse alimento pode ser o chocolate ou não. E tem outra: o cacau em si não tem nada a ver com isso, muito pelo contrário. Coloque a culpa no açúcar, na gordura hidrogenada e no leite!

Benefícios do Chocolate

Ele realmente alivia sua TPM! #amém

Não, não é mimimi: nós mulheres realmente sentimos um desejo louco de comer chocolates (e outros doces) na TPM! Eis um fato comprovado: quando estamos naqueles dias, nosso organismo sofre com a queda de serotonina, o hormônio da alegria e do bem-estar. Haja triptofano, substância presente no chocolate, para ativar a produção de serotonina de volta. A carência de cálcio, ferro e magnésio também pode desencadear o desejo por chocolates. Por essas e outras desejamos tanto o chocolate naqueles dias – e em outros!

Sim, seu parceiro nos momentos mais difíceis tem seu lado bom e ruim, mas sempre terá um lugar reservado em nosso coração concorda?

 

E aí? Qual fato te assustou mais? Concorda ou não? É chocólatra?

Microfisioterapia: o que você precisa saber sobre essa terapia

De uma forma ou de outra, o nosso corpo registra os eventos traumáticos de nossa vida, desde a nossa gestação até o momento presente e a Microfisioterapia veio para ajudar.

Infelizmente ou não, alguns eventos da nossa vida deixam marcas e não apenas em nosso consciente e inconsciente. De uma forma ou de outra, o nosso corpo registra os eventos traumáticos de nossa vida, desde a nossa gestação até o momento presente. Quando estes traumas são tratados, nos deixam mais leves para seguirmos em frente com a nossa vida, mas e quando não são?  Sem querer esse abalo emocional pode evoluir e se transformar em algo mais grave. Para isso, surge uma terapia que acalenta nosso corpo: é a microfisioterapia.

 

O que é a microfisioterapia?

A microfisioterapia é uma técnica de terapia manual, dentro da fisioterapia, em que por meio de toques sutis no corpo do paciente os profissionais identificam registros de eventos traumáticos e vão estimulando o corpo a reorganizar. A microfisioterapia é embasada na física quântica, na embriologia e na filogênese.

microfisioterapia

Quando surgiu?

A microfisioterapia foi desenvolvida nos anos 1980 pelos franceses Patrice Benini e Daniel Grosjean. Chegou ao Brasil em 2005 e a Belo Horizonte cinco anos depois. Quem introduziu a técnica na capital mineira foi a fisioterapeuta Caroline Nery, referência na área. “A microfisioterapia é um tratamento complementar”, defende Caroline, ressaltando que a técnica tem sido cada vez mais procurada. “Hoje em dia a multidisciplinaridade na busca da melhora do paciente é o mais importante”.

 

Quantas sessões são necessárias?

Claro que varia de pessoa para pessoa, mas em média, cada paciente realiza três sessões, com intervalo de dois meses entre elas. “É claro que se o paciente vem com uma demanda e após uma sessão ele fica bem, outras não serão necessárias”, explica a fisioterapeuta.

Desorganizando para reorganizar: como funciona a microfisioterapia

Após a sessão o corpo entra no processo de autorregulação e, às vezes, se desorganiza para reorganizar. Nos dois primeiros dias após a sessão é comum as pessoas se sentirem mais cansadas, sonolentas ou terem outras reações. Isso faz parte do processo e não é um adoecimento, e sim o corpo se reorganizando. Sinal de cura.

 

Mapa do corpo: como a microfisioterapia trabalha.

Os franceses criadores da técnica, Patrice Benini e Daniel Grosjean, desenvolveram alguns mapas e, por meio deles, os profissionais especializados em microfisioterapia se orientam, buscando memórias de eventos traumáticos no corpo e, assim, estimulando-o a autorregular.

microfisioterapia

Conheça as patologias que podem ser curadas através da microfisioterapia

Os benefícios são vários e variam de acordo com cada paciente. Vale salientar que as memórias de eventos traumáticos de cada paciente podem vir desde a gestação, sendo algo difícil vivido pela mãe na gravidez até os dias atuais como um problema de família. Geralmente, pessoas que sofrem com patologias de fundo emocional são mais beneficiadas pela microfisioterapia. “Atendo pessoas que sofrem com enxaqueca, fibromialgia, doenças psicossomáticas, alergias, alterações no sono, ansiedade e dores físicas que se manifestam sem causa aparente”, diz a fisioterapeuta Caroline Nery. “Quando se trabalha uma emoção que está no corpo antes da doença se instalar é possível evitar o adoecimento”.

microfisioterapia

Onde encontrar?

Caso esteja em Belo Horizonte, você consegue agendar uma consulta com a fisioterapeuta Caroline Nery através de seu site clicando aqui. Em outra cidade, procure nas redes sociais, Google, ou em clínicas de fisioterapia onde encontrar profissionais que entender de verdade sobre essa terapia, ok?

 

E aí? O que achou dessa terapia? Teria coragem de experimentar e resolver esses problemas que te afligem? Responda nos comentários e conte pra gente!

Lactose e glúten: cortá-los ou não? Eis a questão

Afinal, o glúten e a lactose são necessários à nossa saúde ou não? Eles são os vilões da boa forma física?

Antes de se autodiagnosticar como celíaco ou intolerante à lactose, segue o aviso: você precisa consultar um médico e passar por avaliações e exames. São as maneiras legítimas de descobrir se você realmente precisa cortar esses itens do seu cardápio – ou não.

Existem pessoas com predisposição genética que são intolerantes ao glúten e, portanto, são celíacas. Por isso, sofrem com um processo inflamatório no intestino delgado que, ao longo do tempo, reduz sua capacidade de absorver os nutrientes, o que prejudica a qualidade de vida.

Por sua vez, a hipersensibilidade ao glúten, ou sensibilidade não-celíaca, é menos agressiva do que a doença celíaca e não costuma ser detectada por exames de sangue ou endoscopia. O grau da hipersensibilidade pode variar de pessoa para pessoa.

Mesmo sem necessidade, algumas pessoas insistem em cortar o glúten. Por quê?

Presente em vários alimentos industrializados e derivados do trigo, essa proteína é associada ao emagrecimento e ao desinchaço pelos seguintes motivos: a presença do glúten na alimentação torna o metabolismo mais devagar, uma vez que sua digestão pelo organismo é mais complexa, além de provocar inchaços abdominais. Por isso, ao cortar o glúten, algumas pessoas perdem peso e medidas.

Presente no leite, derivados e alimentos como pão de queijo e bolo, a lactose, ou “açúcar do leite”, também é pintada como vilã da boa forma. Por quê? A presença da lactase, enzima que desconstrói a lactose, diminui no organismo com o tempo. Os resultados são o inchaço, a retenção de líquido e a distensão abdominal.

Substituir o leite tradicional pelo sem lactose, além de outros ajustes na dieta que reduzem ou eliminam a lactose não é garantia de emagrecimento. O que pode acontecer é o desinchaço e alguma melhora no aspecto da celulite.

Lembre-se: leite é fonte de cálcio, mineral responsável pela saúde dos ossos. Embora existam vegetais com cálcio, sua abundância é maior no leite e em derivados como o iogurte. Portanto, consulte um médico ou nutricionista antes de fazer ajustes no cardápio ou radicalizar. Sua saúde agradece.

Projeto Verão 2018 ou Projeto Forever?

É primavera. Penúltimo mês do ano. Nesta época, não falta gente focada no projeto verão, correndo atrás de tratamentos estéticos, dietas mirabolantes, ginásticas e demais procedimentos para ficar bem na foto e fazer bonito na praia, piscina ou cachoeira no início de 2018.

Não há nada errado em dar aquele gás no treino e na alimentação com o objetivo de ficar em forma para o verão e enfim finalizar o projeto verão. Problemático é não praticar atividades físicas e se alimentar de forma irregular durante o outono e o inverno, acreditando que na primavera é possível correr atrás do prejuízo e alcançar resultados desejáveis para estar em boa forma em janeiro. É o famoso projeto verão. Urgente, de última hora e com promessas a curto prazo.

Sensato é agir de forma responsável. Por que não adotar uma reeducação alimentar? É a maneira mais eficaz para acabar de vez com o efeito sanfona e manter o peso a longo prazo, e não apenas em determinada estação do ano. Afinal, o processo de emagrecimento e de manutenção de um peso ideal passa pela mudança de mentalidade e, consequentemente, de hábitos a serem adotados por toda a vida.

A alimentação pode ser ajustada ao clima e às demandas. O inverno é a estação ideal para consumir sopas, por exemplo. O verão, por sua vez, pede alimentos mais leves e frescos, como sucos e saladas. Se você já se alimenta de forma correta e se exercita regularmente, consultar um nutricionista ou profissional de educação física para melhorar ainda mais o shape – se for o seu desejo – é uma ótima opção.

projeto verao
O verão pede alimentos mais leves

As atividades físicas também podem passar por adaptações – e há bons motivos para você fazer isso. Você sabia que se exercitar no inverno pode aumentar a queima de calorias em até 30% a mais que nas demais estações? É isso mesmo, não ceda a preguiça nessa época e em nenhuma outra. Com o horário de verão, bom mesmo é aproveitar o dia mais longo para se exercitar – nas ruas, na academia ou nas quadras. Outro bom motivo para não cair no sedentarismo.

Afinal, o segredo para atingir – e manter – a boa forma não está nas dietas da moda, no jejum intermitente, no projeto verão que se inicia no final ano, nem em falsas promessas. A solução está na mudança de hábitos a médio e longo prazo.

Já basta a correria típica dos finais de ano, marcada por fechamentos em empresas, festas, planejamentos para o ano seguinte, presentes e afins. Você não precisa de mais um motivo para se estressar nesta época. Por isso mesmo, evite projetos com resultados a curto prazo. Troque o projeto verão pelo projeto forever a partir de hoje. Busque sempre o equilíbrio e o bom senso, em todas as estações do ano. Por falar em fim de ano, cuidado com as festas e todas as suas tentações gastronômicas. Não se preocupe: não vou me estender agora. Isso é assunto para o próximo post 😉

Slow Fashion é falta de estilo, será?

Slow Fashion é falta de estilo, será?

Durante anos, o conceito de moda foi automaticamente associado ao consumismo desenfreado. No início de cada estação, revistas, jornais e demais meios de comunicação ainda divulgam (ou ditam?) uma tendência diferente: cores, acessórios, roupas, calçados, tecidos, estampas e esmaltes. Haja dinheiro para acompanhar e comprar tanta novidade!

No sentido oposto à gastança sem fim e desnecessária com roupas, surgiu a consciência em torno da sustentabilidade e da mão de obra empregada na indústria da moda. Afinal, há pessoas que trabalham em condições desumanas e precárias nesse meio. Todos esses fatores convergiram para o surgimento de um novo movimento que minimiza o consumismo e seus impactos negativos: o slow fashion.

Slow-Fashion
Slow fashion é o movimento que minimiza o consumismo e seus impactos

Ao contrário do que muitos pensam, slow fashion não tem nada a ver com falta de estilo ou mau gosto. Pelo contrário: é sobre buscar ser estilosa comprando menos, no brechó físico ou online ou usando aquelas peças de anos atrás que continuam em bom estado. Por que não customizar aquela peça mais antiga? Afinal, a moda é cíclica e vai e vem. Seguir os ditames deixa de ser obrigatório; cool mesmo é criar sua própria moda.

Embora rótulos possam ser pejorativos e até mesmo ofensivos, os autênticos hipsters têm muito a ensinar. Por andarem na contramão do mainstream, não são vítimas da moda, não adotam atitudes consumistas e não descartam roupas e acessórios no final de cada estação. Em vez de priorizar grandes marcas, compram de nichos, brechós ou de pequenos e médios empreendimentos. Além disso, buscam referências no passado – não há nada mais vintage do que pegar aquele vestido da mamãe ou da vovó e customizá-lo.

Slow-Fashion
Ser acumulador é over

Há profissionais que trabalham no fluxo do slow fashion. Giovanna Nader, consultora de branding e marketing há quatro anos, fundou o Projeto Gaveta amparado no conceito de clothing swap no Brasil, ou seja, incentiva as pessoas a trocarem entre si roupas que não usam mais. Ainda neste sentido, movimentos como “armário-cápsula” reúnem pessoas em grupos do Facebook que evitam entulhos e atitudes acumuladoras em prol de comprar apenas o necessário.

Infelizmente, o consumismo está atrelado à acumulação de coisas, roupas e demais itens, o que acaba abarrotando armários e tornando a vida mais confusa e desorganizada. Por isso, cada vez mais surgem iniciativas sustentáveis tanto para o meio ambiente como para o bolso.  Em outras palavras: consumismo é over e anda fora de moda. Chique mesmo é ser sustentável e fazer parte desse movimento que vem com tudo, o slow fashion.

Coaching Pessoal: 5 áreas da sua vida que podem ser mudadas

Provavelmente você já ouviu falar em mentoring, autoajuda e aconselhamento profissional. O que talvez você ainda não saiba é que esses procedimentos não têm a ver diretamente com o coaching, em especial com o coaching pessoal, o tema principal deste post.

O coaching, antes de tudo, é um processo de autoconhecimento guiado pelo coach. Este profissional é quem orienta o coachee a traçar suas metas e a identificar meios para alcançá-las. Para que isso aconteça, o coach utiliza diversos conhecimentos, incluindo Psicologia.

coaching pessoal

 

Diferentemente da Psicanálise tradicional, o coaching não está focado no passado da pessoa, e sim em seu presente e futuro. Com início, meio e fim, o processo de coaching normalmente termina quando o coachee atinge seus objetivos, ao passo que as sessões de terapia podem durar anos, sem prazo definido para acabar.

O coach não diz ao coachee qual trajetória ele deve seguir. O papel do coach é ajudar o coachee a encontrar a melhor trajetória, assim como os recursos que ele dispõe para isso, bem como provocar insights.

Profissionais em busca de potencializarem sua performance, assim como casos de transição de carreira, são exemplos bem conhecidos de pessoas que passaram pelo coaching. Prova disso é o sucesso que Paula Abreu, Ana Paula Ramos e Juliana Garcia, referências em coaching pessoal, fazem na web.

Longe dos cases mais conhecidos, este post é sobre como o coaching pode transformar determinadas áreas da sua vida em 2018, online ou presencialmente. É isso mesmo. Para isso, você precisa modificar sua forma de pensar, desconstruir crenças limitantes e, assim, agir de maneira condizente com seus objetivos. Conheça cinco áreas da sua vida que podem ser contempladas pelo coaching pessoal.

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Vida financeira.

Quem não deseja ser reconhecida em sua área de trabalho, respeitada, admirada e ainda gerar riqueza? Existem profissionais como a master coach Silvia Sarah Sishanti que são especializados em tornar a vida de seus coachees mais próspera. Como valorizar seus serviços, cobrar pelos mesmos e atrair mais clientes são alguns pontos contemplados pela modalidade.

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Relacionamentos.

Sim, coaching de relacionamentos amorosos. É voltado para pessoas que desejam conquistar aquela pessoa especial, redesenhar os rumos de suas vidas amorosas e até mesmo manter e ser feliz nos relacionamentos. O coach Caio Cesa, fundador do método do respeito, ajuda muitas mulheres a buscarem a felicidade e a serem felizes no amor ❤

coaching pessoal

Saúde e alimentação.

De dentro pra fora. É assim que funcionam os processos de transformação. Ou pelo menos deveriam. Assim como nas demais áreas, há profissionais de saúde como a nutricionista Camila Vieira que atuam como coach, ou melhor, nutricoach. Afinal, para conquistar uma vida saudável, é preciso pensar e, consequentemente, agir como uma pessoa saudável.

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Esportes e atividades físicas.

Nos Estados Unidos, o termo coach é tradicionalmente associado ao técnico ou treinador esportivo. Fazendo jus ao nome, há atletas de peso como o triatleta Thiago Vinhal que ensinam outras pessoas a alcançarem uma performance esportiva digna de atleta profissional.

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Ioga e meditação.

Corpo são, mente sã. O bônus é a paz de espírito. O coaching, por si só, envolve a transformação de padrões mentais. Quando é unido à ioga, que conecta corpo e mente, os resultados são melhores ainda. Carol Rache e Juliana Minardi trabalham com o coaching pessoal e, paralelamente, são coaches de ioga e meditação, respectivamente, contribuindo para que seus coachees obtenham qualidade de vida de forma integral.

Quer saber mais sobre o coaching pessoal e como ele pode ajudar sua vida? Clique aqui.

 

Luisa Dequech: Transição profissional, existe hora certa?

O Retorno de Saturno, divisor de águas alardeado pela astrologia, ficou para trás. O acúmulo de experiências e autoconhecimento aos 33 anos é também um momento propício para deixar o que não faz mais sentido e abraçar novos projetos.

Publicitária com especializações em marketing e em gestão empresarial, Luisa Dequech trabalhava nas áreas de marketing, criação e comercial. Insatisfeita e desmotivada com o trabalho rotineiro e administrativo, pediu demissão. Decidiu ir atrás do que realmente a interessa e faz seus olhos brilharem.

Desde pequena, Luisa adora desenhar. O hobby, que ficou esquecido em meio às demandas da vida adulta e profissional, foi resgatado no final de 2016, após um breve curso de desenho na Escola Guignard. Com o material que sobrou, continuou desenhando.

Em 2017, foi a vez de uma outra transição. Luisa Dequech decidiu transpor a aquarela que fazia no papel para outro suporte: a tela, que nunca havia utilizado. Para isso, fez um curso livre com foco em tela e em acrílico de 72 horas na Maison.

Um ano após a transição profissional, a artista plástica possui o seu próprio Atelier e comercializa suas pinturas, buscando unir o útil ao agradável, a espontaneidade com os trabalhos por encomenda e batalhando para fazer o que realmente ama: artes plásticas. “Espero viver disso, afinal, é o que me faz feliz”, diz Luisa Dequech.

Agenda cheia

“Além da pintura, leio muito e tento visitar exposições em Belo Horizonte, onde moro, e em outras cidades. Tornei a pintura meu foco e minha profissão. Tenho me dedicado bastante e espero poder viver disso, já que é o que me faz feliz. Também pratico musculação, spinning, tênis e corrida. Me alimento bem e bebo apenas socialmente. Às vezes, me permito comer balas e chocolates. Só às vezes”  

Ídolos

“Andre Lothe, Portinari, Modigliani, Cezanne, Matisse, George Grimm, Paul Gauguin, Antonio Parreiras, Van Gogh, Vik Muniz, Inimá de Paula, Lasar Segall, Di Cavalcanti, Ticiano e Dali estão entre os artistas plásticos que mais admiro. Sempre busco saber mais sobre eles”.

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Traços desprendidos da artista Luisa Dequech, compõem seu estilo.

 

Liberdade pra criar

“Faço meu trabalho de forma livre e espontânea, de acordo com o que sai da cabeça naquele exato momento. Às vezes estou no processo de alguma tela e surge uma ideia durante o banho ou almoço, quando visualizo alguma coisa que vai combinar. Acredito que meu estilo se parece com alguns artistas pelo colorido, mas não faço pesquisas em cima de pinturas de terceiros. Gosto mesmo é de trabalhar a criatividade. Como nunca fiz um curso que ensina técnica, meu estilo e minha arte são bem direcionados para cores, liberdade e formas, sem muita preocupação com perfeição em nível de perspectiva, profundidade e proporção”.

Concretização de um sonho

“Acho que vale sempre a pena investir em sonhos, principalmente os ligados ao seu dia a dia e que vão proporcionar mais qualidade de vida. Faz um ano que comecei a desenhar e há oito meses faço pintura em telas. Já produzi bastante material e entreguei uma quantidade relativamente alta para esse período. Vou continuar lutando por isso e vejo que tenho colhido o que tenho plantado com a minha dedicação. Posso dizer que estou crescendo e sempre aprendendo. Não quero parar”.

Planos

“O conhecimento adquirido nas especializações que fiz em marketing e em gestão de negócios me ajuda a impulsionar e a organizar o negócio e a aprimorá-lo cada vez mais! De agora em diante, pretendo buscar mais exposições, parcerias e uma nova sala para trabalhar. E isso é só o começo”.

Light, Xilitol e Stevia: Saiba o que esses e outros termos significam

Diet, light e zero. São tantas as nomenclaturas e informações exibidas nas embalagens dos produtos que você pode ficar confusa. O mesmo acontece com as opções de adoçantes. Antes de fazer a próxima compra, conheça o significado de cada nomenclatura, conheça as diferenças entre os termos (a exemplo de diet e light), pese os prós e contras e avalie se está fazendo a escolha certa para você.

Diet, Light, Zero, Xilitol e Stevia

Light.

Produtos light são, no mínimo, 25% menos calóricos do que suas versões originais. A fórmula desses alimentos apresenta uma retirada parcial de algum nutriente ou componente. Produtos light são recomendados para pessoas que fazem dietas com restrição calórica e que desejam emagrecer.

Diet, Light, Zero, Xilitol e Stevia, afinal, qual é a diferença? Saiba aqui

Diet.

Muito confundido com o termo light, os produtos diet possuem retirada total de algum componente ou nutriente em sua fórmula. O objetivo é atender pessoas com algum tipo de patologia e que não toleram determinando componente ou nutriente. O exemplo mais conhecido são os diabéticos que procuram produtos diet por não conterem açúcar. Os produtos diet não devem ser consumidos por quem deseja emagrecer, uma vez que podem ser tão ou mais calóricos que os tradicionais.

Zero.

Produtos zero possuem a retirada total de algum nutriente. Pode ser o açúcar, o glúten e a lactose, atendendo às restrições de diabéticos, celíacos e intolerantes à lactose, respectivamente. No mercado, também há opções de produtos zero que não contém soja, gorduras, corantes e adoçantes artificiais.

Conservantes, corantes e aditivos.

Utilizados com o objetivo de combater fungos e bactérias e, assim, conservar as características dos produtos e evitar as toxinas, os corantes e aditivos aumentam o prazo de validade dos produtos. No entanto, são prejudiciais à saúde e estão ligados ao desenvolvimento de doenças como o câncer, infecção intestinal, aumento da pressão arterial, aumento do inchaço e hiperatividade entre crianças. Prefira produtos com corantes e aromatizantes naturais.

Xilitol.

Menos calórico e mais saudável que o açúcar tradicional, o xilitol é uma opção saborosa para adoçar bebidas e alimentos. Natural, é encontrado na fibra de frutas vegetais e é recomendado por profissionais da nutrição. Atenção: cães e outros animais nunca devem consumir xilitol, uma vez que essa substância é letal para eles.

Diet, Light, Zero, Xilitol e Stevia

Stevia.

Planta encontrada na divisa do Brasil com o Paraguai e considerada um “patrimônio genético” nesse país, a stevia também é uma alternativa saudável ao açúcar branco e conta com diferenciais. Não possui calorias e é capaz de adoçar muito mais que o açúcar, podendo ser usado com moderação. É recomendado para diabéticos.

 

Agora que você sabe as diferenças entre produtos diet e light, assim como o que é xilitol e stevia, preste bastante atenção nas embalagens e pense bem antes de fazer suas próximas compras.

Quer saber mais sobre produtos zero açúcar, glúten e lactose e com aromas e conservantes naturais? Clique aqui.

Cuidados com a Pele em 7 dicas!

Ter uma pele bonita, hidratada, saudável, sem flacidez e livre de rugas e linhas de expressão que denunciam a idade. Quem não quer? Que mulher não deseja isso? A pele é o maior órgão e constitui o nosso cartão de visitas, ao lado de cabelos e unhas. Por isso, investir nos cuidados com a pele e com a sua beleza é fundamental.

Cremes hidratantes e óleos corporais atuam de forma superficial e provisória no cuidado da pele. Por isso, o mais recomendável é investir em uma alimentação saudável e nutritiva e evitar hábitos que a danificam. Conheça os principais nutrientes e as práticas que ajudam a manter a pele bonita e o que é prejudicial à saúde cutânea.

Pele
Frutas cítricas são ricas em vitamina c

Invista na Vitamina C.

Vegetais vermelhos e frutas cítricas como tomate, acerola, limão e laranja são antioxidantes e auxiliam a proteger a pele dos efeitos do tempo, além de auxiliarem na produção de colágeno.

Consuma vitaminas do complexo B.

Encontradas em vegetais de folhas escuras, as vitaminas do complexo B ajudam no controle da oleosidade da pele e do aparecimento de acne. Dentre elas, a Biotina merece destaque. Presente em muitos alimentos, a vitamina da beleza, como é conhecida, beneficia a saúde e no cuidado com a pele, cabelos e unhas.

Beba água.

A ingestão de água ao longo do dia influencia na distribuição de nutrientes pelo corpo, além de ajudar a regular a temperatura do corpo, eliminar as toxinas por meio da urina e da transpiração e tornar a pele mais jovial.

Pele
Água é vida! Não se esqueça dela

Faça uma exposição moderada ao sol.

Banhos de sol antes de 9h e depois de 15h, em quantidade de tempo reduzida e o uso de filtro solar evitam que a pele envelheça.

Evite alimentos industrializados.

O excesso de aromas, conservantes, corantes e açúcar presentes nesses alimentos danificam as células do organismo e aceleram o envelhecimento precoce.

Reduza o álcool e cigarro.

O hábito de beber cerveja e drinks com álcool, assim como fumar, é prejudicial à saúde e aos cuidados da pele. Quem deseja ter uma pele bonita e retardar o envelhecimento deve evitar esses hábitos.

Tomar colágeno.

Além de promover benefícios à saúde dos ossos, músculos e articulações, a suplementação com colágeno previne o envelhecimento precoce e deixa a pele mais bonita, firme e hidratada.

Radicais Livres São Bons ou Ruins? Como eles agem na minha saúde?

Radicais Livres São Bons ou Ruins? Como eles agem na minha saúde?

Provavelmente você já ouviu falar nos radicais livres e no quanto eles são prejudiciais à saúde, certo? Antes de tudo, saiba que eles são tão inevitáveis quanto o ato de respirar. É isso mesmo: a respiração transforma o oxigênio em radicais livres.

Além do oxigênio, há outros fatores que ativam os radicais livres no nosso organismo. E você precisar saber quais são. Neste post, conheça o que são radicais livres, as suas principais funções, as principais causas, seus efeitos nocivos e como combatê-los.

o que são radicais livres
Em quantidade moderada, os radicais livres desempenham funções importantes no nosso organismo

 

Afinal, o que são radicais livres?

Em termos científicos, eles são moléculas cujos átomos contêm um número ímpar de elétrons. Por esse motivo, eles precisam “roubar” elétrons de outros átomos para ficarem com um número par. Consequentemente, todas as moléculas afetadas se transformam em radicais.

Os radicais livres desempenham funções importantes no nosso organismo.

É isso mesmo: na quantidade certa, os radicais livres podem ser úteis. Afinal, eles desempenham um papel importante na defesa do organismo contra fungos, bactérias e vírus e regulam o crescimento celular. Os problemas começam quando há um excesso de radicais livres no organismo.

o que são radicais livres
O hábito de fumar é um dos responsáveis pelo excesso de radicais livres no organismo

Fatores externos e substâncias tóxicas contribuem para a formação de radicais livres.

A poluição, o excesso de radiação solar, o consumo de alimentos com agrotóxicos, o tabagismo e a ingestão de álcool são nocivos à saúde e contribuem para o aumento de radicais livres no organismo, entre outros fatores.

Os radicais livres são responsáveis pelo envelhecimento precoce e por diversas doenças.

Além de acelerar o envelhecimento, o excesso de radicais livres é atribuído ao desenvolvimento de doenças como câncer, artrite, psoríase, Parkinson, Alzheimer, demência, asma, anemia, trombose, doenças cardiovasculares e outras.

o que são radicais livres
Quer reduzir o excesso de radicais livres? Evitar bebidas alcóolicas é uma das medidas recomendadas

O que fazer para minimizar os efeitos dos radicais livres?

Existem medidas que ajudam a reduzir os efeitos dos radicais livres. Evitar as bebidas alcóolicas e o hábito de fumar, usar filtro solar e consumir alimentos saudáveis são algumas delas. Uma alimentação balanceada e rica em nutrientes antioxidantes (ou seja, capazes de inibir as ações dos radicais livres) também é fundamental para prevenir a formação dos radicais livres, como é explicado nos próximos tópicos.

Os sais minerais cobre, zinco e manganês são essenciais.

O zinco e o cobre ajudam a combater os sinais do envelhecimento. O manganês, por sua vez, possui propriedades antioxidantes. Alimentos como fígado de boi, nozes, castanhas e amêndoas contêm esses minerais e são benéficos à saúde.

o que são radicais livres
Alimentos e suplementos alimentares ricos em antioxidantes auxiliam no combate aos radicais livres

Antioxidantes, as vitaminas também são necessárias.

Com função antioxidante, a vitamina A protege o organismo dos efeitos dos radicais livres, contribuindo para manter a saúde na terceira idade. As vitaminas C e E também funcionam como antioxidantes. Logo, o consumo de vegetais como cenoura, tomate e frutas cítricas e sementes como nozes e avelãs são indispensáveis.

Sejamos realistas: todos nós estamos sujeitos às ações dos radicais livres, seja por meio da exposição ao sol, poluentes e outros elementos prejudiciais à saúde. Felizmente, existem meios de evitá-los. Eliminar o tabagismo e a ingestão de álcool, adotar atitudes sustentáveis e ecofriendly e ingerir alimentos saudáveis e livres de substâncias nocivas são algumas maneiras que auxiliam a reduzir os radicais livres.

Quer saber como cuidar bem da pele e evitar o envelhecimento precoce, um dos males causados pelos radicais livres? Clique aqui.